Uma mulher de 32 anos morreu após complicações no período pós-parto, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais. A família registrou um boletim de ocorrência e acusa a maternidade do Hospital Regional de Varginha de negligência médica durante o atendimento.
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Segundo a Polícia Civil, as investigações estão em andamento desde o último domingo (2). Equipes da Delegacia de Polícia Civil de Varginha realizam a oitiva de testemunhas e envolvidos, além da coleta de outras informações que possam esclarecer as circunstâncias da morte.
Conforme relato do marido da vítima, o casal, morador de Cordislândia, seguiu para Varginha no dia 28 de julho após o início do trabalho de parto, cerca de 20 dias antes da data prevista. Após uma cesariana, a mulher teria reclamado de fortes dores e permanecido medicada durante a internação.
Ainda de acordo com o esposo, ela recebeu alta hospitalar na sexta-feira (31), mesmo continuando a sentir dores intensas. Durante o retorno para casa, passou mal e foi levada para um hospital em Monsenhor Paulo, onde exames indicaram um quadro de obstrução intestinal.
O marido afirma que a paciente sofreu uma parada cardíaca, foi reanimada e transferida pelo Samu para a maternidade em Varginha. Ela passou por uma nova cirurgia, mas não resistiu às complicações e morreu no domingo.
A família informou que solicitou os laudos médicos ao hospital, porém afirma que os documentos ainda não foram disponibilizados. Diante da situação, foi registrado um boletim de ocorrência para apuração do caso.
Keyla Ferreira Batista foi sepultada na terça-feira (4), no Cemitério Municipal de Cordislândia. A Prefeitura de Cordislândia divulgou nota de pesar lamentando a morte.
Em nota, a Polícia Civil informou que aguarda a conclusão dos laudos periciais, considerados indispensáveis para a conclusão das investigações.
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