A pesquisadora brasileira Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ganhou destaque internacional após o desenvolvimento de uma molécula chamada “polilaminina”, derivada da placenta humana. O composto atua como uma espécie de “cola biológica”, com a capacidade de reconectar neurônios rompidos na medula espinhal, segundo os estudos conduzidos por sua equipe após mais de duas décadas de pesquisa.
Resultados preliminares indicam avanços considerados significativos. Seis pacientes com lesões graves apresentaram recuperação de movimentos, entre eles Bruno Drummond, que voltou a andar e até dançar. A descoberta desafia o entendimento tradicional da medicina, que historicamente considera as lesões na medula espinhal como irreversíveis.
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A relevância da pesquisa é ainda maior diante do impacto global desse tipo de condição, que afeta milhões de pessoas. Atualmente, Tatiana aguarda autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ampliar os testes clínicos. Caso os resultados sejam confirmados em novas etapas, a descoberta pode representar um avanço importante na área da neurologia e no tratamento de lesões medulares.
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