Em 2015, durante o segundo mandato da então presidente Dilma Rousseff, o Ministério da Educação sofreu contingenciamento de verbas. Conforme a Agência Brasil, o MEC perdeu R$ 10,5 bilhões, o equivalente a 10% do orçamento naquele ano.
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Ainda segundo a Agência Brasil, o período foi marcado por cortes em programas, atrasos de repasses, trocas no comando da pasta e reflexos diretos nas universidades federais, que enfrentaram dificuldades de caixa e paralisações prolongadas.
De acordo com a cientista Tatiana Sampaio, foi nesse cenário de restrição orçamentária que a UFRJ deixou de pagar taxas internacionais da patente da polilaminina entre 2015 e 2016. Com a interrupção dos pagamentos, o Brasil perdeu definitivamente os direitos internacionais sobre a tecnologia.
A pesquisadora afirma que os trâmites foram feitos corretamente, mas a falta de recursos impediu a manutenção do registro fora do país. O episódio reforça o debate sobre os impactos de decisões orçamentárias na ciência brasileira.
tpower – @portaltpower
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