A Polícia Civil informou que, até o momento, não há indícios de morte violenta no caso da farmacêutica Regina Helena Vieira de Souza Marques, de 74 anos, encontrada morta na zona rural de Campestre (MG). A investigação segue em andamento para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.
“Não se sabe ainda o motivo real de ela ter se deslocado para a zona rural de Campestre. A princípio, não houve sequer a subtração de qualquer material dessa senhora, já que seus pertences estavam junto ao corpo”, afirmou o delegado responsável pelo caso, Marcos Pimenta.
“O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal da Polícia Civil em Poços de Caldas, onde passou por exame detalhado, e não foi localizado até o momento qualquer indício de morte violenta. Ainda assim, foram colhidos materiais e encaminhados para Belo Horizonte, onde serão submetidos a uma análise mais aprofundada”, completou.
Segundo o delegado, os laudos devem ser concluídos em até 30 dias, podendo sair antes, conforme a necessidade de esclarecimento. “A Polícia Civil trabalha desde o desaparecimento no caso, mas, até agora, não há evidências técnicas que permitam afirmar se houve morte violenta. A medicina legal não apontou sequer um indício nesse sentido”, disse.
O corpo de Regina Helena Vieira de Souza Marques foi localizado já sem sinais vitais, dentro de um córrego, na terça-feira (21), após buscas realizadas pelo Corpo de Bombeiros na região.
A vítima estava desaparecida desde sexta-feira (17), quando saiu de São Paulo (SP) com destino a Alfenas (MG). O carro dela foi encontrado trancado e atolado em uma estrada vicinal dentro de uma fazenda de café, no bairro Ibituruna, a cerca de 18 quilômetros da área urbana. Durante as buscas, um trabalhador rural indicou o local onde estavam os sapatos e a bolsa da vítima, o que levou os bombeiros até a área onde o corpo foi encontrado.
tpower – @portaltpower
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