As chamadas “canetas emagrecedoras” deixaram de ser apenas uma tendência de saúde e passaram a ocupar um espaço central na economia brasileira. Em 2025, o Brasil importou US$ 1,6 bilhão em medicamentos como Ozempic e Mounjaro, um crescimento de 88% em relação ao ano anterior. O valor já supera o gasto com produtos populares como celulares, azeite de oliva e salmão.
O avanço chama atenção não apenas pelo volume financeiro, mas pelo impacto social. Atualmente, não há produção nacional desses medicamentos. A expectativa do mercado é que, com a quebra da patente da semaglutida, seja possível fabricar versões genéricas no país, ampliando o acesso e impulsionando ainda mais o setor. As projeções apontam que esse mercado pode alcançar US$ 9 bilhões até 2030, com cerca de 15 milhões de brasileiros utilizando o tratamento para perda de peso.
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Além do efeito na balança, o fenômeno começa a mexer com outro gigante: a indústria alimentícia. Usuários desses medicamentos têm reduzido de forma significativa o consumo de doces, bebidas alcoólicas e alimentos ultraprocessados. O setor já monitora o avanço das chamadas “canetadas”, prevendo mudanças profundas nos hábitos de consumo e no faturamento de grandes marcas.
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