O Laboratório Cristália divulgou um comunicado oficial para esclarecer informações sobre a polilaminina, substância que vem sendo testada como possível tratamento para lesões na medula espinhal. A empresa destacou que, neste momento, o estudo clínico em andamento é de Fase I e está direcionado exclusivamente a casos de lesões raquimedulares agudas.
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No texto, o laboratório informa que, no caso das lesões já estabelecidas — classificadas como crônicas — ainda estão sendo conduzidos estudos experimentais em animais para definir como e se o tratamento poderá ser aplicado em humanos. Até o momento, os dados disponíveis não permitem afirmar que o uso da polilaminina em pessoas com lesões crônicas seja seguro ou eficaz.
A empresa também ressaltou que não está realizando cadastro de pacientes com lesões crônicas e que eventuais inclusões futuras em estudos serão divulgadas oficialmente por seus canais.
A polilaminina é descrita como uma substância experimental desenvolvida pela pesquisadora Dra. Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O objetivo do tratamento é estimular a regeneração de conexões nervosas em casos de lesão da medula espinhal.
tpower – @portaltpower
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