A defesa de Richard Ferreira Tristão, motociclista de aplicativo preso temporariamente pela morte de Joice Batiston, de 27 anos, pediu à Justiça a revogação da prisão e negou que ele tenha cometido homicídio. Em depoimento prestado com a presença do advogado, Richard afirmou que a passageira caiu da garupa durante a corrida e ficou desacordada.
Segundo a versão apresentada pela defesa, o motociclista saiu para buscar ajuda e, ao retornar, Joice já não estava mais no local. Richard também declarou que não sabe o que causou a queda e afirmou que não conhecia a passageira antes da corrida solicitada por aplicativo.
Preso desde 25 de junho, Richard permaneceu em silêncio no primeiro interrogatório e decidiu prestar esclarecimentos apenas acompanhado de advogado. De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais, ele continua detido no Presídio de Varginha.
A Polícia Civil informou que o inquérito segue em andamento e que novas informações serão divulgadas no momento oportuno para não comprometer as investigações. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais informou que o processo tramita sob segredo de Justiça.
Joice desapareceu na noite de 19 de junho após solicitar uma corrida por aplicativo. Ela foi encontrada gravemente ferida às margens da Avenida Perimetral, chegou a ser socorrida, mas morreu na UPA. O laudo de necropsia apontou traumatismo craniano provocado por ferimentos compatíveis com uma possível queda. A Polícia Civil investiga o caso e apura possíveis crimes, entre eles homicídio, omissão de socorro e fuga do local do acidente.
Portal tpower
Conectado na notícia!