O número de empregadores no Brasil ainda não conseguiu retornar ao patamar registrado antes da pandemia de Covid-19 e permanece abaixo do ponto mais alto da série histórica, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O comportamento contrasta com o avanço observado entre trabalhadores por conta própria e empregados dos setores público e privado, que vêm alcançando recordes recentes.
No trimestre encerrado em novembro de 2024, o país contabilizava cerca de 4,2 milhões de empregadores. O total representa uma redução de 5,5% em relação ao pico da série, registrado no trimestre até dezembro de 2018, quando havia aproximadamente 4,4 milhões de pessoas nessa condição — uma diferença de 241 mil.
A queda está relacionada aos impactos da pandemia, que impôs restrições à mobilidade a partir de 2020 e afetou diretamente a atividade econômica. A emergência sanitária global foi oficialmente encerrada em maio de 2023, segundo a Organização Mundial da Saúde.
Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo IBGE desde 2012. No levantamento, são classificados como empregadores aqueles que comandam um negócio próprio e mantêm ao menos um funcionário.
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Outro grupo que ainda não recuperou o nível máximo da série é o dos trabalhadores domésticos. No trimestre até novembro de 2024, esse contingente somava cerca de 5,6 milhões de pessoas ocupadas, volume 9,3% inferior ao recorde de 6,1 milhões observado no trimestre encerrado em dezembro de 2017.
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