O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) afirmou que não descarta o envio de militantes à Venezuela após o ataque dos Estados Unidos no último sábado (3/1). O tema foi discutido em uma reunião online no domingo (4/1), que reuniu mais de 50 organizações da esquerda brasileira.
A ação militar resultou na captura de Nicolás Maduro, levado para Nova York para julgamento por suposta conspiração com cartéis de drogas. Em audiência, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, negaram as acusações. O venezuelano declarou ser um “presidente sequestrado”.
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Segundo participantes, ainda não há um entendimento profundo sobre o cenário venezuelano, considerado em desenvolvimento. Mesmo assim, o grupo deliberou a realização de manifestações em várias capitais brasileiras, muitas delas em frente a embaixadas e consulados dos Estados Unidos.
A dirigente do MST, Ceres Hadich, afirmou que os atos devem se estender a todas as capitais e integrar as mobilizações previstas para 8 de janeiro. Ela destacou que o movimento mantém relações públicas de solidariedade com a Venezuela e, neste momento, foca na denúncia do que classifica como invasão e sequestro promovidos pelo governo norte-americano.
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