Emanuelly Lana Martins Soares, de 7 anos, foi velada e sepultada nesta quinta-feira (13), em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A menina morreu na quarta-feira (12), após se engasgar na Escola Municipal Bruna Diniz Patrocínio Alves, no bairro Liberdade.
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Emanuelly era aluna do 2º ano e tinha diagnóstico de autismo. Segundo a família, ela contava com uma professora de apoio, mas a profissional não estava na escola no momento do ocorrido e não havia substituta.
Após o engasgo, uma profissional da escola recebeu orientações do Corpo de Bombeiros por telefone. Uma médica da unidade de saúde localizada ao lado da escola também participou do atendimento. Samu e bombeiros realizaram manobras de reanimação, mas a criança não resistiu.
A família questiona a ausência da professora de apoio e a estrutura disponível para situações de emergência. A Prefeitura afirma que os profissionais da escola iniciaram os primeiros socorros e que equipes da unidade de saúde próxima também participaram do atendimento.
O município informou que o Samu chegou em aproximadamente 15 minutos e que as tentativas de reanimação duraram cerca de 40 minutos. O Corpo de Bombeiros confirmou que orientou a escola por telefone e encontrou uma médica realizando reanimação quando chegou.
A Prefeitura abriu uma sindicância para apurar as circunstâncias do caso. A dinâmica exata do engasgo e eventual responsabilidade pela morte ainda não foram esclarecidas.
O sepultamento aconteceu às 11h30, no Cemitério Porto Seguro.
Emanuelly parte aos 7 anos e deixa familiares, amigos e toda a comunidade escolar diante de uma dor difícil de explicar.
Portal tpower
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